Volks Extreme Performance

Santana - Desempenho em traje de gala

Lançado em 1984, o Santana teve como base o Passat 81, produzido na Alemanha. O Passat brasileiro continuaria com a mesma carroceria do modelo lançado em 73 até 88, quando deixou de ser produzido.

Idealizado para ser o carro "grande" da Volks, o Santana estava pronto para encarar os luxuosos GM Opala, GM Monza e Ford Del Rey. Inicialmente, era equipado com motor AP 800 e câmbio de 4 marchas. Disponível nos modelos CS (mais simples), CG (intermediária) e CD (mais luxuoso).

Em 1985 todos os modelos passam a ser equipados com câmbio de 5 marchas e a ter a opção de 4 portas.

1987 - O Santana passa por sua primeira reformulação, passando a ter pára-choques envolventes. Mudam também os modelos, sai o CS e entra o CL, sai o CG e entra o GL e sai o CD e entra o GLS. A versão GLS destacava-se por ter faróis de milha acoplados aos faróis principais, sendo os piscas deslocados para o pára-choque, além de possuir itens de série como direção hidráulica e ar condicionado e, opcionalmente, teto solar.

1988 - O Santana passa a ser equipado com motor AP 2000. Esse motor era opcional nas versões CL e GL e de série na versão GLS. Nesse mesmo ano é lançado o Santana Evidence, 4 portas equipado também com motor AP 2000, direção hidráulica, ar condicionado, trio elétrico, rodas de liga-leve aro 14 (pingo d'água) e milha acoplado ao farol.

1989 - É lançado o Santana Sport, outra série especial. Nas cores vermelho, branco e preto, eram 2 portas e também eram equipados com motor AP 2000. Possuía direção hidraúlica, rodas de liga-leve aro 14 (as mesmas do Gol GT, só que polidas) e trio elétrico como itens de série e, como opcional, ar condicionado.

1990 - É lançado o Santana Executivo. Uma série especial extremamente luxuosa, equipada com ar condicionado, direção hidráulica, teto-solar, bancos de couro, trio elétrico entre outros. Esteticamente, o modelo se diferenciava dos demais, pois ganhou novas grades, spoiler traseiro e poderiam vir com rodas BBS cinzas ou douradas. Mas a grande novidade desse modelo era a motorização, pois vinha com motor AP 2000i, com injeção eletrônica LE-Jetronic analógica (a mesma usada no GOL GTi). Isso significa mais desempenho e menor consumo. Com esse lançamento, a VW estava pronta para encarar de frente a GM, que neste ano contava com o Opala Diplomata SE 4.1/s e o Monza Classic 500 EF 2.0i.

1991 - O Santana sofre a sua maior reformulação. A versão GLS passa a ter opção de freios ABS. Com a frente e a traseira mais arredondadas, o modelo lembrava muito o Passat alemão de terceira geração. Todos os modelos passam a ter opção de injeção eletrônica Bosch LE-Jetronic. Nesse ano, inclusive, o Santana GLS 2000i foi eleito o carro do ano pela revista 4RODAS.

1993 - Volta o Santana Sport. Com apenas duas portas, o modelo era equipado com motor AP 2000i, rodas de liga leve aro 14 (orbital), spoiler traseiro, faróis de neblina, direção hidráulica e ar condicionado (este último apenas como opcional). A injeção eletrônica passa a ser a FIC digital. Os pára-choques passam a ser pintados da cor do veículo.

1996 - Grande mudança nas motorizações e modelos do Santana. Todos, tanto AP 1800 quanto AP 2000, passam a vir equipados com injeção eletrônica multiponto Magneti Marelli . Mudam também os modelos. Sai CL, GL e GLS, e entra 1.8Mi (mais simples) , 2000Mi (mais simples com melhor desempenho), Evidence (mais esportiva) e Exclusiv (mais luxuosa).

1998 - O Santana passa por outra reformulação. Mudam os pára-choques, lanternas, faróis, grade dianteira, acabam os quebra-ventos, além de mudança de todo interior. Os modelos continuam os mesmos, e com a mesmas motorizações. Conforto, durabilidade, confiança e esportividade que conquistaram, e ainda conquistam, muitas pessoas por todos esses anos de sucesso.

Texto: Paulo.
Fonte: Revistas das décadas de 80 e 90.


   
 

 

Volks Extreme Performance - 1999/2015

Este site é mantido por entusiastas da marca VW, não possuindo
vínculo com a Volkswagen do Brasil e Volkswagen AG.